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Concurso Café Qualidade já conhece os vencedores no Paraná


Os cafeicultores José Eduardo Correa Ferraz, de Ribeirão Claro, e Valdeir Luiz de Souza, de Ivaiporã, venceram a 16ª edição do Prêmio Café Qualidade Paraná, concorrendo com grãos preparados no processo natural e cereja descascado. Nas mesmas categorias, mas disputando com microlotes, venceram os produtores Márcio Rosa Fávaro, de Pinhalão, e Valdir Constantino, de São Jerônimo da Serra. Os finalistas foram anunciados nesta quarta-feira (31), em solenidade realizada no município de Pinhalão, no Norte Pioneiro do Paraná. Cada um deles tem garantida a compra do lote por R$ 1.000 a saca, pelos patrocinadores do concurso

 Os finalistas representarão o Paraná no Concurso Nacional de Qualidade do Café, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). Os produtores que chegaram de segundo a quinto lugar também têm garantia de compra, respectivamente por R$ 850, R$ 800, R$ 750 e R$ 700 a saca.  Ainda como prêmio, os finalistas até a terceira colocação receberam TVs e equipamentos eletrônicos oferecidos pela empresa Agropecuária Rodrigues.

 REALIZAÇÃO E DISPUTA

 O Prêmio Café Qualidade Paraná é uma realização da Câmara Setorial do Café do Paraná, Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Instituto Emater, Associação dos Engenheiros Agrônomos de Londrina e Prefeitura de Pinhalão. O concurso tem o patrocínio da Sicredi, Faep/Senar, Bratac, Ocepar, Sebrae, Cooperativa Integrada, BRDE e, ainda, o apoio da Cocari, Cocamar, Copacol, Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) e Sociedade Rural do Paraná (SRP).

 O Prêmio Café Qualidade Paraná 2018 envolveu as regiões de Apucarana, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Ivaiporã, Londrina, Maringá, Santo Antônio da Platina e Toledo. Para chegar à final, os vencedores superaram 320 competidores, que iniciaram o certame em seletivas nas várias zonas produtoras do Paraná.

 A competição se dá em duas categorias, conforme o processo de finalização da colheita – cereja descascado e natural. No primeiro método, a polpa do grão maduro é retirada para diminuir o tempo de exposição ao sol no terreiro, enquanto no segundo o grão vai inteiro para a secagem. Cada zona produtora promove um concurso regional e seleciona o melhor lote de cada categoria para competir na fase estadual.

 Para participar, o cafeicultor inscreve lotes de seis a oito sacas de 60 quilos. Pequenos produtores familiares podem concorrer com os chamados “microlotes”, de duas ou três sacas.
 Os lotes classificados nas fases regionais seguiram para a disputa de âmbito estadual. Aroma, doçura, acidez, corpo, sabor, gosto remanescente e balanço da bebida são os quesitos avaliados, conforme metodologia SCAA (Associação Americana de Cafés Especiais) em busca dos melhores cafés do Paraná em cada categoria.

  PRODUÇÃO

 A cafeicultura ocupa cerca de 41 mil hectares no Paraná. A maior parte das lavouras paranaenses tem em média 10 hectares e é conduzida por pequenos produtores familiares.
 A produção deste ano deve situar-se pouco abaixo de um milhão de sacas beneficiadas, projeção que já considera uma pequena redução provocada pela falta de chuvas em abril. “A falta de água no solo acelerou o ciclo vegetativo das plantas, diminuiu ligeiramente a produção e afetou o peso dos grãos”, diz o economista Paulo Sérgio Franzini, do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento.

 Ainda segundo Franzini, a segunda estiagem deste inverno, nos meses de junho e julho, beneficiou os trabalhos de colheita, que se encerraram com praticamente um mês de antecedência em relação aos anos anteriores.
 Houve ainda uma ótima coincidência para os produtores – foi nessa época que chegaram à maturação os frutos resultantes da maior florada do ciclo, ocorrida em outubro de 2017. “No conjunto, tivemos uma safra de boa qualidade, mas com um volume menor de cafés com alto padrão de bebida”, acrescenta.

A prova de xícara dos lotes que chegaram à final foi realizada no Centro de Qualidade do Café do Iapar, por degustadores de empresas e cooperativas

 Confira a classificação completa do concurso

Natural
 1º José Eduardo Correa Ferraz - Ribeirão Claro
 2º Evilásio Shigueaki Mori - Cambira
 3º Edson Lopes - Mandaguari
 4º Flávia Jacob Saldanha Rodrigues - Jacarezinho
 5º José Roberto Rocco - Mandaguari

Natural (microlote)
 1º Márcio Rosa Fávaro - Ivaiporã
 2º Bruna da Silva Souza Rosa - Tomazina
 3º Gilberto Silva Bengose - Mandaguari
 4º Marcelo Galdino dos Santos - Cambira
 5º Lisiane Aparecida Veiga do Prado Ravar - Ivaiporã

Cereja descascado
 1º Valdeir Luiz de Souza - Pinhalão
 2º Guilherme Henrique Fiorucci - Cambira
 3º Luiz Roberto Saldanha Rodrigues - Jacarezinho
 4º Claudemir Alves de Souza - Pinhalão
 5º Samuel Bartolomeu Fiorucci - Cambira

Cereja descascado (microlote)
 1º Valdir Constantino - São Jerônimo da Serra
 2º Juarez Colatino Barros - São Jerônimo da Serra
 3º Maristela Fátima Silva Souza - Tomazina
 4º Leandro Cesar Soares - São Jerônimo da Serra
 5º Sandra Aparecida de Freitas Godói - Tomazina​

Fonte: IAPAR

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Contrato Cotação Variação
Setembro 98,05 - 1,70
Desembro 101,75 - 1,80
Março 105,35 - 1,85
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Setembro 1.392 - 22
Novembro 1.414 - 23
Janeiro 1.436 - 23
Contrato Cotação Variação
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  • Varginha
    Descrição Valor
    Peneira 17/18 R$ 470,00
    Safra 18/19 15% R$ 420,00
    Novíssimo 20% R$ 407,00
    Duro/riado/rio R$ 380,00
  • Três Pontas
    Descrição Valor
    Peneira 17/18 R$ 470,00
    Safra 18/19 15% R$ 420,00
    Novíssimo 15% R$ 412,00
    pen. 14/15/16 R$ 450,00
  • Franca
    Descrição Valor
    Peneira 17/18 R$ 470,00
    Safra 18/19 17% R$ 417,00
    Novíssimo 25% R$ 403,00
    Futuro 2020 R$ 465,00
  • Patrocínio
    Descrição Valor
    Safra 18/19 16% R$ 419,00
    Novíssimo 20% R$ 407,00
    Futuro 2020 R$ 465,00
    Futuro 2021 R$ 510,00
  • Garça
    Descrição Valor
    Safra 18/18 15% R$ 415,00
    Novíssimo 20% R$ 400,00
    Futuro 2020 R$ 460,00
    Futuro 2021 R$ 500,00
  • Vitória
    Descrição Valor
    Conilon T. 6 R$ 288,00
    Conilon T. 7 R$ 282,00
    Conilon T. 7 R$ 276,00
  • Guaxupé
    Descrição Valor
    Safra 18/19 15% R$ 420,00
    Novíssimo 25% R$ 400,00
    Pen 14/15/16 R$ 450,00
    Escolha 85% R$ 240,00
  • Preços OIC
    Descrição Valor
    Compostos OIC R$ 97,75
    Colombianos R$ 130,64
    Outros Suaves R$ 126,70
    Brasileiros R$ 97,52
    Robustos R$ 73,17
  • Indicadores
    Descrição Valor
    Agnocafé R$ 420,00
    Cepe Arábica R$ 403,38
    Cepea Conilon R$ 287,52
  • Preço da Abic
    Descrição Valor
    Normal/kg R$ 19,86
    Superior/kg R$ 34,14
    Gourmet/kg R$ 56,45
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