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CNC debate cenário do mercado cafeeiro com StoneX


O Conselho Nacional do Café (CNC) participou, ontem (5), de reunião virtual com a StoneX Financial Inc. para debater o cenário mercadológico da commodity diante da crise desencadeada pela pandemia do novo coronavírus em esfera global.

Segundo Albert Scalla, vice presidente de Trading da corporação, o cenário cafeeiro necessita, "com urgência", de um programa mundial de aumento do consumo, pois o setor está atrasado em relação a outros segmentos nesse sentido.

Ele destaca que a instabilidade econômica gerada pela Covid-19 reflete em maior volatilidade nos preços do café, um desafio constante para produtores, traders e industriais.

A falta de estatísticas confiáveis, a exemplo de um claro quadro global de oferta e demanda, dificulta avaliação mais precisa dos impactos da pandemia sobre a evolução do consumo.

Contudo, são pontos de atenção a perda massiva de empregos, reduzindo a renda de consumidores, e a segunda onda de lockdowns na Europa, já que 35% do café consumido se dá fora dos lares, no setor HoReCa.

O presidente do CNC, Silas Brasileiro, relata que um importante ponto levantado foi a necessidade de uma estratégia global para se evitar a repetição dos erros do passado, que desencadeiam nos mesmos ciclos de queda nos preços do café.

"Cotações em baixa geram menor produção devido à incapacidade de investimentos dos cafeicultores. Anos depois, observamos alta com a redução da oferta, fomentando novos plantios, voltando a ocasionar excesso de oferta e novo declínio dos preços. Para evitar esse ciclo, precisa-se de um trabalho urgente, proativo e permanente de estímulo ao consumo, envolvendo os países em uma corporação multinacional", explica.

Ele recorda que o CNC, em ação coordenada junto ao segmento privado no Brasil, encaminhou proposta de promoção nesse sentido ao grupo de trabalho que revisa o Acordo Internacional do Café, sugerindo que a Organização Internacional do Café seja esse agente.

"A OIC pode ser essa representação multinacional e focar no maior volume de café consumido, principalmente nos países produtores, que, exceto o Brasil, têm baixo índice de consumo. O aumento per capita nessas nações é a melhor estratégia para evitarmos a formação de excedentes que aviltem os preços ", conclui.

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Contrato Cotação Variação
Dezembro 312,45 - 3,70
Março 297,45 - 3,80
Maio 392,45 - 3,75
Contrato Cotação Variação
Novembro 3.288 - 64
Janeiro 3.301 - 63
Março 3.274 - 70
Contrato Cotação Variação
Dezembro 387,00 - 2,65
Março 375,45 - 3,45
Maio 365,25 + 1,00
Contrato Cotação Variação
DXY 101,44 - 0,16
Dólar 5,0380 + 0,22
Euro 5,6510 + 0,07
Ptax 5,0383 + 0,21
  • Varginha
    Descrição Valor
    Duro/riado/rio R$ 1500,00
    Peneira14/15/16 R$ 1920,00
    Certificado 20% R$ 1860,00
    Safra 25/26 20% R$ 1840,00
  • Três Pontas
    Descrição Valor
    Duro/riado/rio R$ 1530,00
    Certificado 15% R$ 1890,00
    Safra 25/26 18% R$ 1840,00
    Miúdo 14/15/16 R$ 1600,00
  • Franca
    Descrição Valor
    Cereja 20% R$ 1890,00
    Safra 25/26 15% R$ 1850,00
    Duro/Riado 15% R$ 1530,00
    Moka R$ 1680,00
  • Patrocínio
    Descrição Valor
    Peneira 17/18 R$ 2000,00
    Safra 25/26 15% R$ 1850,00
    Rio com 20% R$ 1350,00
    Safra 25/26 30% R$ 1820,00
  • Garça
    Descrição Valor
    Safra 25/26 20% R$ 1820,00
    Safra 25/26 30% R$ 1800,00
    Duro/Riado 15% R$ 1420,00
    Escolha kg/apro R$ 16,00
  • Guaxupé
    Descrição Valor
    Safra 25/26 15% R$ 1850,00
    Safra 25/26 25% R$ 1830,00
    Duro/riado 20% R$ 1530,00
    600 defeitos R$ 1600,00
  • Indicadores
    Descrição Valor
    Conilon/Vietnã R$ 1132,00
    Agnocafé 25/26 R$ 1850,00
    Cepea Arábica R$ 1620,92
    Cepea Conilon R$ 968,87
  • Linhares
    Descrição Valor
    Conilon T. 6 R$ 1020,00
    Conilon T. 7 R$ 1000,00
    Conilon T. 7/8 R$ 980,00