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BC eleva Selic pela 7ª vez seguida e leva taxa a 15%, maior nível em 19 anos


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou, nesta quarta-feira (18), a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, a 15% ao ano. Este é o patamar mais elevado para os juros básicos do país para o maior nível em 19 anos ( maio de 2006 ), quando o colegiado os havia fixado em 15,25%. Os diretores votaram de forma unânime pela alta.

O Copom voltou a desacelerar a alta dos juros. Na reunião de maio, a elevação foi de 0,5 ponto, após três altas de 1 ponto anteriores. Esta é a sétima vez que os diretores do BC elevam a Selic desde a retomada do ciclo de aperto monetário em setembro de 2024.

A autarquia eleva os juros básicos do país com o objetivo de controlar a inflação, isso por meio do encarecimento do crédito e, consequentemente, do controle da demanda. O BC persegue uma meta contínua de inflação de 3% ao ano.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio, indicador oficial do país, registrou, no acumulado dos últimos 12 meses, alta de 5,32%, uma desaceleração em comparação com os 5,53% registrados no mês anterior.

O resultado desta quarta não veio em linha com a expectativa mediana do mercado apurada pelo boletim Focus. Segundo a pesquisa, os agentes econômicos esperavam uma manutenção nesta reunião.

Por outro lado, nos últimos dias, os investidores passaram a se posicionar em ativos ligados a apostas voltadas à alta dos juros. Algumas casas também revisaram seus posicionamentos, como o BTG Pactual.

"Os indicadores de atividade econômica seguiram resilientes, enquanto a inflação de serviços permaneceu pressionada, sem sinais mais consistentes de moderação. Esses fatores, somados à persistência da desancoragem das expectativas de inflação, reforçam nossa avaliação de que será necessário um ajuste residual na próxima reunião", apontou em relatório.

As últimas comunicações do BC vinham deixando a porta aberta para a possibilidade de novas altas. A sinalização mais clara - e que alimentou as apostas de que a Selic ainda poderia subir - veio do presidente da autarquia, Gabriel Galípolo, no começo do mês.

“Estamos ainda discutindo o ciclo de alta, o que vamos tomar de decisão. A flexibilidade significa que nós estamos abertos a chegar na próxima reunião para tomar essa decisão sobre o que fazer”, disse Galípolo em evento do Centro de Debates de Políticas Públicas (CDPP).

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