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Evento em Iraí de Minas marca reconhecimento à diretoria da Cooxupé


No dia 03 de fevereiro, o Conselho Nacional do Café (CNC) esteve em Iraí de Minas (MG) a convite do líder Dr. Koite do Grupo HOJO, participando de um jantar de confraternização e reconhecimento à diretoria e conselheiros da Cooxupé, com a presença do ilustre ex-presidente da cooperativa, Carlos Paulino. O momento simbolizou a forte relação institucional entre as entidades representativas da cafeicultura e o compromisso conjunto com o desenvolvimento do setor.

Durante o encontro, o presidente do CNC, Silas Brasileiro, manifestou sobre a justa homenagem e reconhecimento da família Hojo aos diretores e conselheiros da Cooxupé. Ele também destacou a necessidade da aproximação entre as representações do setor e o apoio do poder público, agradecendo a presença do prefeito de Iraí de Minas, Cleiton Gomes da Cruz, além de lideranças regionais do sistema produtivo do café, representantes de associações, entidades, do Legislativo e de outras cooperativas.

“Foi um justo reconhecimento e gratidão para com a Cooxupé, o que reforça a importância da união entre cooperativas, produtores e entidades representativas. Estar ao lado da família Hojo e do Dr. Koite, da diretoria da Cooxupé, de autoridades e de lideranças do café nos motiva a seguir trabalhando pela cafeicultura brasileira”, afirmou Silas Brasileiro.

No dia seguinte, 04 de fevereiro, ocorreu a abertura oficial da Feira do Cerrado 2026, realizada no núcleo da Cooxupé em Monte Carmelo, no Cerrado Mineiro. Promovido pela cooperativa, o evento reúne produtores de café e de grãos em um ambiente voltado à inovação, à tecnologia, ao planejamento e às oportunidades de mercado, com mais de 70 expositores, 85 estandes e milhares de produtos apresentados.

Com o tema “Tradição e Inovação: Gestão Responsável, Cooperativismo Forte, Futuro de Oportunidades”, a feira reforça o papel estratégico do cooperativismo na difusão de conhecimento técnico, no acesso a tecnologias modernas e na orientação econômica dos produtores rurais. A diretoria da Cooxupé destacou, na abertura, a importância do planejamento, da gestão responsável e do atual cenário positivo da cafeicultura para impulsionar investimentos, produtividade e qualidade de vida no campo.

Para o presidente do CNC, a Feira do Cerrado vai além da vitrine tecnológica e cumpre um papel essencial na organização da atividade cafeeira.

“Eventos como a Feira do Cerrado colaboram para que os produtores estejam bem informados, não apenas sobre produção, mas também sobre comercialização. Isso evita que o cafeicultor seja obrigado a vender seu café em momentos de baixa por falta de caixa. A venda gradual, dentro de uma normalidade entre oferta e demanda, contribui para preços mais justos e para a valorização da safra”, destacou Silas Brasileiro.

Segundo ele, os pronunciamentos do presidente da Cooxupé, Carlos Augusto Rodrigues de Melo, do vice-presidente Osvaldo Bachião Filho (Osvaldim) e do superintendente comercial da cooperativa, Luiz Fernando dos Reis, foram dos mais assertivos e alinhados à realidade do produtor rural, no momento atual.

“As falas do presidente Carlos Augusto, do vice-presidente Osvaldim e do superintendente Luiz Fernando foram extremamente equilibradas, responsáveis e conectadas com o momento que a cafeicultura vive. Elas trouxeram uma leitura muito clara do cenário atual, unindo visão de mercado, gestão, planejamento e compromisso com o produtor. É esse tipo de orientação que fortalece o cooperativismo e dá segurança para que o cafeicultor tome decisões mais estratégicas”, destacou Silas Brasileiro.

O CNC também ressaltou o discurso do prefeito de Monte Carmelo, Ricardo Ferreira, que enfatizou o impacto da cafeicultura no desenvolvimento regional do Cerrado Mineiro. Segundo ele, áreas que antes eram consideradas improdutivas hoje geram um expressivo volume de recursos, renda e empregos, impulsionando a economia local e projetando a região no cenário nacional e internacional.

Para o Conselho Nacional do Café, a Feira do Cerrado 2026 reafirma a força do cooperativismo, a capacidade de inovação dos produtores brasileiros e a importância de iniciativas que integrem tecnologia, gestão e mercado, contribuindo para uma cafeicultura cada vez mais sustentável, competitiva e próspera.


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