Festival Baiano de Cafés vai ser realizado no mês de agosto
Dos terroirs da Chapada Diamantina ao Planalto da Conquista, a cafeicultura baiana ocupa Salvador nos dias 15 e 16 de agosto. O Trapiche Barnabé recebe a quarta edição do Festival Baiano de Cafés, que reúne mais de 70 expositores, entre produtores, torrefações, cafeterias, cooperativas e especialistas, em uma programação dedicada aos cafés especiais e à diversidade da produção do estado, o maior produtor de café do Nordeste.
Com o tema “Compromisso, Tempo e Transformação”, a edição de 2026 destaca o protagonismo feminino na cafeicultura, em sintonia com o Ano Internacional da Mulher Agricultora, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). A expectativa é receber cerca de dois mil visitantes por dia e movimentar mais de R$ 500 mil em negócios, consolidando o festival como um espaço de conexão entre quem produz, pesquisa, torra, comercializa e aprecia cafés de origem.
Entre as convidadas estão Ju Morgado, campeã brasileira da Brewers Cup 2026; Isabela Raposeiras, fundadora do CoffeeLab; a mestre de torra Antônia Silva; a jornalista Kelly Stein; a barista e bartender Mari Mesquita; e a pesquisadora Maria Midlej Bastos.
Além da feira, a programação inclui palestras, painéis, oficinas, degustações guiadas, harmonizações, cuppings, rodas de conversa, experiências sensoriais e apresentações musicais. Ao longo de dois dias, o Festival Baiano de Cafés transforma Salvador em um ponto de encontro para quem produz, pesquisa, torra e aprecia o café. A escolha do Café Oficial do Festival, produzido por Ana Cristina, da Fazenda Ouro Verde, em Barra do Choça, e torrado pela Eufrásio Cafés, traduz esse percurso ao apresentar um grão que expressa a identidade dos terroirs baianos e a evolução da cafeicultura no estado.